terça-feira, 27 de outubro de 2009

CAPITULO 4

-Que pouca vergonha, duas alunas de sem vergonhice no banheiro da escola, se vistam e vamos à diretoria, vou ligar para os pais de vocês.
Quando sai, vi a Leandra e a Gaby amiga da Fernanda, mais uma inspetora junto com a diretora.
 -Como a senhora achou a gente? - A Fernanda perguntou.
-A Gabriela me avisou que você havia desaparecido, e outra aluna já havia nos avisado que essa porta estava ruim, e decidi vir aqui ver se vocês estavam aqui.
-Desculpa diretora, não foi nossa intenção tudo isso, simplesmente aconteceu. - A Fernanda falou apavorada.
-Isso a gente vai conversar lá na diretoria dona Fernanda. - Disse nervosa.
 
Fomos até a diretoria, lá a diretora ligou pro meu pai e em seguida para a casa da Fernanda. Após um tempo meu pai chegou à escola.
-Seu Edgard, por favor, entre. Tudo bem? - A diretora cumprimentou meu pai.
-Oi, a senhora podia me explicar o que minha filha aprontou dessa vez? - Meu pai falou com claro nervosismo.
-Claro, mas deixe os pais da Fernanda chegarem. Eles não demoram. - Pediu.
-Licença, Dona Suzana. - Uma voz masculina na porta chamou.
-Claro Seu Ricardo, Dona Aurora, por favor sentem. - A diretora cumprimentou.
-O que aconteceu? O que minha filha aprontou dessa vez? - Meu pai perguntou de novo.
-O que aconteceu Seu Edgard é que, como é do conhecimento de vocês, ontem ocorreu uma festa no salão da escola, e, durante a festa, a Fernanda e a Renata sumiram, e hoje nós as encontramos no banheiro da escola, que não era pra ser usado, nós informamos a todos os alunos que era pra usar somente o banheiro do salão, mas as duas não respeitaram nossas ordens, e usaram o banheiro que estava proibido...
-A senhora me chamou aqui pra falar que elas usaram um banheiro que não era pra ser usado? - Meu pai interrompeu, impaciente.
-Não, Seu Edgard, o que aconteceu é que hoje nós encontramos as duas no banheiro, em uma cena constrangedora tanto pra nós quanto pra elas. - A diretora explicou, sem graça.
-Que cena? - Perguntou o pai da Fernanda.
-Digamos, que elas estavam um tanto quanto intimas. - Claramente sem graça.
-A senhora pode ser mais explicita? - Pediu Dona Aurora.
-Bom, Dona Aurora, a porta estava emperrada, e quando nós entramos, eu, uma amiga da Renata, uma amiga da Fernanda e uma inspetora, elas estavam nuas, mantendo relações...
-Renata, já pra casa! - Meu pai interrompeu, se levantando.
-E se eu não quiser? - Desafiei.
-Eu não acredito que você fez isso! Sua mãe deve estar morrendo de vergonha da filha, uma lésbica. Sua mãe jamais aceitaria uma coisa dessa, era uma santa...
-Você está esquecendo que eu não sou ela. - Lembrei.
-Já pra casa. Agora. - Berrou.
-Eu vou se eu quiser. - Afirmei.
-Me respeita, eu sou seu pai! - Ele ordenou.
-Se você merecesse meu respeito eu te respeitaria! - Retruquei.
-Por favor, Seu Edgard, se acalme. - Pediu a diretora.
-Olha, a senhora já fez o seu dever que era me informar o que aconteceu, agora é comigo! - Rosnou.
-Fernanda, isso é verdade, você estava com... Com ela? - Perguntou sua mãe.
-Mãe, não era pra acontecer. Aconteceu, estávamos a sós no banheiro e aconteceu! - Tentou se explicar.
-Olha Dona Aurora a culpa foi minha, não briga com ela, não. Eu que dei em cima dela, ela não teve culpa de nada. - Eu interrompi, tentando amenizar a situação da Fernanda.
-Se ela não quisesse, não tinha acontecido Renata. - Retrucou o Seu Ricardo.
-Eu sei, mas eu que dei o primeiro passo. Entende? - Insisti.
-Pode deixar, só vamos querer conversar sério com ela. - Me acalmou o Seu Ricardo.
-Mas como vocês se encontraram no banheiro? - Perguntou a Dona Aurora.
-O banheiro do salão estava cheio e decidi ir ao banheiro da escola, mesmo sabendo que era proibido. Quando cheguei lá, ela já estava, e quando eu ia sair ela disse que a porta estava emperrada, ai ficamos presas. - Explicou a Fernanda.
-E por que não usaram o celular pra chamar alguém? - Perguntou a Dona Suzana.
-Porque eu tinha deixado meu celular com a Gaby, e o dela estava com a Leandra. - Contou a Fernanda.
-Vamos Renata. - Chamou meu pai, puxando meu braço.
-Larga meu braço. - Mandei.
-Anda logo, a conversa vai ser entre eu e você lá em casa. - Ele me avisou.
-Eu vou, mas me larga, eu sei o caminho de casa. - Rosnei.
-Então anda. - Mandou.
 
No carro ficamos calados durante o caminho todo. Quando chegamos em casa:
-Senta ai. - Ele mandou.
-Vai vir com qual sermão hoje? - Desafiei.
-Me fala que você não é lésbica e que aquilo foi uma invenção da diretora. - Implorou ele.
-Se você quiser que eu minta. - Avisei.
-Não vai ser a primeira vez. - Retrucou.
-Nem a ultima. Novidade querido paizinho, sua filha é lésbica, cola velcro. Satisfeito? - Provoquei.
-Ainda bem que sua mãe não está aqui pra ouvir essa atrocidade. - Exclamou.
-Sorte dela não ter que te aturar mais. - Soltei.
-Olha como você fala comigo. - Rosnou.
-Do jeito que você merece. - Desafiei.
-Você vai parar com essa falta de vergonha. - Não era um pedido, e sim uma ordem.
-Eu acho que não. - Desfiei
-Você vive às minhas custas, e enquanto morar de baixo do meu teto vai ter que me respeitar. - Me avisou.
-Por que eu começaria agora? - Perguntei em tom de deboche.
-Você decide: ou faz o que eu mando, ou sai de casa. Por que não vou aceitar uma lésbica morando dentro de casa. - Me encurralou.
-Então eu vou arrumar minhas coisas. - Avisei.
-E vai pra onde? Pra debaixo da ponte? - Zombou ele.
-Qualquer lugar que eu não tenha que ver a sua cara nunca mais. - Falei.
-Você vai passar fome. Pára com essa besteira e me obedece, aqui você tem um teto, tem comida. - Falou.
-Aonde eu vou também tem. - Afirmei.
-E aonde é? Pra casa da sua namoradinha? - Ele zombou.
-Isso não é da sua conta, por que a partir do momento que você me expulsou de casa eu não tenho que te dar satisfação do que eu faço ou deixo de fazer. - Rosnei.
-Mas eu em nenhum momento te expulsei de casa. Eu te dei duas opções, é só você fazer a escolha certa.
- Eu já escolhi, to me livrando de você. - Disse decidida.
-Você vai se arrepender, você vai passar fome, vai virar uma mendiga de rua. Ninguém vai aceitar você quando souberem que você é uma lésbica. - Disse.
-Você acha realmente que eu não tenho pra onde ir? Querido, só você que não sabia do que eu gosto. - Contei a ele.
-O que você está querendo dizer? - Perguntou.
-Que todo mundo já sabe de mim, você foi o ultimo a saber. Agora dá licença que eu vou arrumar minhas coisas. - E saí.
 Subi pro meu quarto, e arrumei minhas coisas, mais tarde desci com minhas roupas.
-Olha, eu só estou levando minhas roupas, depois eu volto pra pegar o resto, mas não se preocupa, que eu vou voltar quando você não estiver em casa. - Consolei ele.
-Me fala pra onde você vai. - Pediu.
-Não. Tchauzinho. Depois eu dou um jeito de devolver a chave. - Avisei.

6 comentários:

  1. ... Novidade querido paizinho, sua filha é lésbica, cola velcro...
    kkkkkkkkkk rachei, mais direta q essa, impossivel!

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  2. kkkkkkkkkkk

    Ta Acompanhando Msm??EBAA
    sahuuhsauhsa
    Nossa Eu Invento cada Coisa Ki Nem Eu Acreditoo husauhsauhsa

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  3. Rafaaaaaaa sua pernuda, kkk ta toda sanhada ai ne ??? BB manda mto nas histórias \o/

    Te amu bb da tia s2

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  4. to amando cada dia mais *-*

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  5. Gentee To Mi Sentinduu Tao Importantee *.* husahusauh

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  6. kkkkkkkkkkkk Tia Páaaaaaa

    essa BBBia nao tem nda de BB nao...
    a assanhada aki é ela! kkkkkkkkkk

    saudadee!
    bjao

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