-Nossa que sorte a minha. - Ela exclamou.
-Gostando da festa, Fernanda? - Perguntei com uma falsa simpatia.
-Muito, até ver você, Renata. - Ela rosnou.
-Pra que tanto rancor no seu coraçãozinho? - Zombei dela.
-Dá licença? - Pediu ela ignorante.
-Toda. - Continuava com minha falsa simpatia.
Quando eu fui sair, percebi que a porta estava emperrada. Nessa hora ela saiu da cabine do banheiro e disse:
-Que foi? Me esperando pra sair?Não precisava. - Ela disse em tom de deboche.
-Não, minha querida, essa merda ta emperrada, porque eu fui cismar de vir nesse banheiro? Devia ter ido ao banheiro do salão. - Reclamei.
-Você está brincando? - Perguntou ela assustada.
-Claro, eu armei tudo só pra ficar aqui com você. - Ironizei.
-Vai saber, com as coisas que eu já escutei sobre você... - Ela provocou.
-O que você ouviu, hein? - Perguntei sem entender aquela conversa.
-Nada, vem cá porque você implica tanto comigo? O que eu te fiz? - Ela quis saber.
-Seu jeito,me dá nervoso. - Confessei.
-Nervoso por quê? - Ela perguntou, sem entender.
-Sei lá. Acho que você poderia se interessar por coisas que valham realmente à pena.
-Como você pode dizer isso?Você nem me conhece. - Ela reclamou.
-Olha sinceramente agora não é hora pra gente discutir relação, você está com seu celular? Liga pra alguém vir abrir essa porta.
-Você ta louca? Esse banheiro ta proibido hoje, se alguém descobre a gente estamos ferrada. – Disse ela.
-E você quer ficar aqui até segunda? Sem comer, nem beber? - Perguntei nervosa.
-Nem que eu quisesse, meu celular está com a Gaby. - Me contou.
-Ô meu ovo, e agora? - Exclamei.
Tava começando a ficar realmente preocupada, ninguém iria vir aqui hoje, tava proibido.
-Vamos tentar abrir. - Ela disse.
-Não dá. - Falei impaciente.
-Ai nossa como você é pessimista. Se você não quer tentar, eu vou tentar sozinha. - Falou ela resignada.
-Vai em frente. - Desafiei.
-Não está abrindo, ai... - Ela se afastou da porta.
-Se machucou? - Perguntei.
-Minha unha virou. - Reclamou ela.
-Isso dói. - Soltei.
-É não precisa me dizer, eu já percebi isso. - Disse ela de mau humor.
-Vem cá, deixa eu ver essa unha. - Chamei.
-Que droga, a festa tava tão boa, e agora eu estou presa nesse banheiro com uma menina que desde que me conheceu não gosta de mim. - Ela reclamou.
-Quem disse que eu não gosto de você?
-E alguém precisa dizer?
-Ninguém nunca ouviu isso da minha boca. - Avisei.
-Você está me dizendo que você gosta de mim? - Perguntou ela incrédula.
-Tipo, eu só acho que você às vezes é meio fútil. Assim como você disse que ouviu coisas sobre mim, eu também ouvi coisas de você, e não gostei do que eu ouvi.
-Aff... Você não sabe quem eu sou, você sequer me deu oportunidade de te mostrar, e agora você quer me dar lição de moral?!? Já vi que eu não me enganei sobre você, que se acha melhor do que todos, se acha a dona da verdade. Mas você não é, só que não pode aceitar isso, não é mesmo? Você abaixa a cabeça pra alguém? Jamais! Antes de você querer falar de mim olha pra você mesma.
-Do mesmo jeito que você disse que eu não te conheço, você também não me conhece, não sabe nada da minha vida, não sabe o que já passei, o que já aguentei, então você não fala de mim, por que você não sabe nada de mim.
-Eu sei mais do que você imagina! - Disse ela como se tivesse um tesouro escondido.
-Tipo o que? - Perguntei.
-Que você gosta de garotas e não de garotos. - Disse isso como se isso fosse me abalar.
-Grande bosta, você também! - Revelei.
-O que? - Ela se assustou.
-Sábado eu te vi com uma garota, você acha que isso ia ser segredo pra mim? - Perguntei, zombando.
-Você contou pra alguém? - Ela perguntou preocupada.
-Não, eu não tenho porque sair espalhando alguma coisa sobre você, você faz o que achar melhor, e eu também. Vem cá, mas como você descobriu sobre mim? - Perguntei, abismada com o que ela me revelou.
-Eu fui atrás do seu passado, e descobri. - Confessou ela.
-Ah então você foi atrás das minhas histórias? Por quê? - Achei estranho.
-Porque sim. - Ela disse, sem graça.
-Já sei. Você é afim de mim? - Zombei.
-Nossa que idéia. - Ficou sem graça, mas tentou disfarçar, sem muito sucesso.
-Vai dizer que você não tem vontade de ficar comigo? - Insisti.
-Do que você está falando? - Perguntou se fazendo de desentendida.
-Você sabe. - Acusei.
Fui me aproximando, encurralando ela contra a parede.
-Por que você está chegando perto? - Ela perguntou, confusa.
-E por que você está perdendo a respiração? - Perguntei para provocar.
-Eu... Eu não to perdendo a respiração. - Ela gaguejou.
-E porque está olhando pra minha boca?
Então eu fui aproximando minha boca da dela, e comecei a beijá-la, ela tentou me empurrar com as mãos, mais as tirei do meu ombro e segurei-as contra a parede, comecei a beijar seu pescoço, e a morder sua orelha, então ela começou a revirar os olhos. Desci minhas mãos até sua cintura, ela envolveu suas mãos em meu cabelo.Então comecei a abrir sua blusa, ela também tirou a minha. Enquanto isso abri sua calça e ela abriu a minha, ficamos só de calcinha e sutiã, ela tirou meu sutiã e minha calcinha, e eu os dela, coloquei minha perna no meio das dela, desci minha boca até seus seios, e comecei a lamber e chupar, ela me colocou no chão, deitou no meio das minhas pernas e me beijou, começou a se mexer, apertando meus seios, foi descendo sua boca até meu seio, e deu mordidinhas, foi descendo me mordendo, então ela se acomodou entre as minhas pernas, e deu uma lambida, me deixando louca, começou a me chupar, com uma mão mexia em meus seios e com a outra apertava minha coxa. Ela foi colocando a língua dentro de mim, me deixando louca, depois foi subindo devagar e começou a beijar minha boca, sua mão foi descendo e ela começou a me acariciar, minha mão desceu todo o corpo dela, chegando entre suas pernas, e comecei a acariciá-la, ela foi pondo o dedo, bem gostoso, e meus dedos foram entrando. Mas ela tomou a dianteira colocou mais um dedo, e com a outra mão puxou as minhas mãos, e segurando-as acima da minha cabeça, e ela foi aumentando a velocidade, tentei colocar minha mão nas costas dela, mas ela apertou-as, deixando claro que ela mandava na situação. Ela voltou a beijar minha boca, acelerando os movimentos da sua mão, ela desceu pro meu pescoço, e começou a me morder, mordicou meus seios, ainda me masturbando, foi descendo com a boca pela minha barriga, se encaixando novamente entre minhas pernas, e começou a passar a língua, devagar, começou a me chupar tão forte que não aguentava e gritava de tesão. A boca dela me sugando, os seus dedos oscilando a velocidade, eu tava pirando, até que não aguentei e gozei, gozei e me senti totalmente em outro planeta. Mas ela não parou e continuou chupando cada gota do meu gozo, e me masturbando. Não conseguia pensar em nada, meu corpo todo estava paralisado de prazer, e continuava gozando, então ela parou a mão dela, trouxe até meu rosto tirou o cabelo que estava em meu rosto, e começou a me beijar, minhas mãos nas costas dela, passando a ponta dos dedos devagar.
Depois de transarmos, a gente se vestiu,e ficamos no chão, abraçadas, com a perna dela dentre as minhas, sem dizer nada. Eu comecei a fazer carinho em seus cabelos, até pegarmos no sono.
No dia seguinte quando acordei, estava com fome com sede, ninguém tinha achado a gente ainda, então decidi acordá-la com um beijo, ela acordou e correspondeu ao meu beijo, minhas mãos entraram em sua blusa, e começaram a acariciá-la, quando percebemos estávamos sem roupa, transando como na ultima noite, mas agora eu que chupava ela, aquele gosto, ela pressionava meu rosto contra ela, e eu ficava com mais vontade dela, de repente escutamos um barulho na porta, estremeci. Sem ver quem era e sem saber o que fazer pegamos nossas roupas e corremos para as cabines para nos vestirmos. Até que ouvimos a voz da diretora da escola...
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Nhaa... no começo ia falarr: É o AMOOORRR
ResponderExcluirhahahahaa
agora prefiro... êeeita menininha pegadoraaa gntt!
Adorando!