sexta-feira, 27 de novembro de 2009

CAPITULO 15

-Lê, já volto.
-Vai onde? Você não ia pra casa?
-Eu vou, só preciso de um minuto.
-Ta bom.
 
Fui falar com ela, que estava do outro lado da rua.
-O que você está fazendo aqui?
-Vim fala com você.
-1º: Como você me achou? 2º: A gente não tem mais nada pra conversar!
-Fui até sua casa e seu pai me contou que vocês brigaram e que saiu de casa, então pedi pra ele o endereço da sua escola.
-Não devia ter vindo.
-Você ainda está muito magoada, né?
-Olha, fala logo o que você veio me dizer e vai embora, tá legal?
-Quem aquela menina que não pára de olhar pra gente? Alguma namoradinha nova?
-Isso não é da sua conta. Não mais!
-Eu já falei o que aconteceu, e já expliquei. Droga.
-Ah e você acha que é simples assim? Você me trai e vem me pedir perdão e eu aceito dizendo que te amo?
-Já te falei que não te traí, já falei que é você quem eu amo!
-Não sei nada disso. O que eu sei é que eu te peguei na cama com outra. Se isso é amor, então já não sei mais nada...
-Rê, você...
-Pra você agora é Renata, Flávia. E dá licença que eu tenho mais o que fazer. Ah e, por favor, me esquece e some da minha vida. - E dei as costas.
Voltei pra perto da Lê. 
-Vamos embora Lê, meu dia já deu o que tinha que dar!
-Beleza, mas quem é aquela menina? Porque ficou tão nervosa por causa dela?
-Ela é minha ex. Agora sem comentários nem perguntas ta?
-Ok, não ta mais aqui quem perguntou.
-Obrigada.
-Você ainda ta a fim de ir ao cinema?
-Agora mais que nunca!

Passei o dia com a Lê, quando já estava escurecendo voltei pra casa, minha madrinha não estava, tinha deixado um recado avisando que iria chegar mais tarde. Subi e fui direto para o quarto. Fui ler algum livro pra matar o tempo. Quando de repente a campainha tocou, fui atender.
-Ah não, o que você ta fazendo aqui?
-Vim conversar com você.
-Como você soube onde eu estava? Ah não espera, já sei, meu pai te deu o endereço, certo?
-Certo!
-Sabia...
-Vai me deixar esperando aqui fora ou vai me chamar pra entrar?
-Devia te deixar bem ai, e fechar a porta...
-Mas não vai, porque não é uma menina mal-educada! - Ela me interrompeu.
-Entra logo.
-Agora sim. - Disse, satisfeita.
-Fala logo o que você tem pra me dizer e vai embora, ta legal?
-Rê, quantas vezes eu vou ter que dizer que aquilo foi armação? Que eu não fiz nada? Que ela me embebedou?
-Nenhuma. Você quem ta dizendo. Já disse que não acredito, e mesmo que fosse armação, te avisei um bilhão de vezes que aquela menina não prestava, mas VOCÊ não acreditou.
-É. Você estava certa. Mas eu errei, caramba, todo mundo erra. Me dá uma chance de mostrar o que eu sinto.
-Já te dei, e você jogou ela no lixo.
-Rê, eu nunca deixei de te amar. Acredita em mim, droga.
-Cara, eu já acreditei em você, alias você foi à única em quem confiei. E você sabe disso perfeitamente. Meu eu me entreguei pra você completamente, mas que importância isso tem, não é mesmo?
-Tem muita, eu sempre valorizei isso. Meu, te juro que aquilo foi armação. Eu jamais te trairia, principalmente com ela. Ta certo, eu errei, devia ter te escutado, mas será que não mereço um perdão?
-Você tem noção do quanto eu fiquei arrasada?
-E eu? Você acha que eu fiquei muito feliz vendo você ir embora, né?
-Não sei o que pensar.
-Você ainda sente alguma coisa por mim?
-Cara você me machucou demais!
-Não foi essa minha pergunta. Você ainda gosta de mim?
-Pára com isso. Acho melhor você ir embora agora.
-Acha mesmo?
Ela disse isso e veio me beijar, virei o rosto, mas ela insistiu até que conseguiu. Não resisti. Mas eu não podia. Ela só me machucou, mas não conseguia parar.
Aquela boca, aquele beijo, o toque dela, tudo me fazia sentir aquela paixão novamente, a mesma paixão que me cegou e deixou marcas que não se apagaram.
-Vamos pro seu quarto, alguém pode chegar.
-Vem. - Disse sem pensar.
Puxei-a pela mão, mas ela não queria só a mão, veio me beijar, subimos as escadas nos beijando. Chegamos ao meu quarto, tirou a blusa e abriu a calça. Eu também tirei minha blusa e abri minha calça, quando ia tirar minha calça ela me parou e me deitou na cama, subindo encima de mim. Começou a me beijar, se mexendo no meio das minhas pernas, com uma mão começou a apertar meu seio. Ela se levantou e tirou o resto da sua roupa, em seguida tirou a minha, e voltou na mesma posição de antes, me deixando ainda mais excitada, ela correu a mão pelo meu corpo, até chegar entre as minhas pernas, começou a me acariciar bem de vagar, de um jeito que só ela sabe fazer, mas parou de me beijar e foi descendo a boca pelo meu colo, chegando nos meus seios começou a brincar com meu piercing, foi descendo ainda mais passando pela minha barriga, foi descendo até chegar na minha virilha. Começou a dar pequenos beijos na minha virilha, e foi indo, devagar, em direção ao meu piercing, passou a língua bem delicadamente em volta dele, começou a explorar com a língua cada canto mais escondido, então começou a me chupar, chupando de um jeito que me deixava imóvel. Enquanto chupava, ela passava os dedos em volta me excitando, então começou a colocar um dedo bem de vagar e tirar. Cada movimento que ela fazia me deixava com mais vontade dela, mais desejo. Foi subindo a boca, passeando pelo meu corpo, até que chegou na minha boca, e me deu um beijo, onde parecia que todo resto ia sumir. A mão dela continuou me masturbando, minha mão foi descendo pelo corpo dela, até chegar onde queria, comecei a acariciá-la e a penetrar meu dedo, sentindo ela úmida de desejo, ouvindo ela gemer baixinho no meu ouvido. Ela se levantou e disse:
 -Vamos tenta uma coisa.
 Ela encaixou nossas pernas de um jeito que nossos sexos se encontravam. Passando o dedo devagar no meu piercing, aninhando o sexo dela ao meu. Quando ela chegou na posição que queria, começou a se mexer, me deixando cada vez mais excitada. E ficamos nisso por algum tempo.
Quando já estávamos cansadas, ela se deitou ao meu lado na cama pequena, me abraçando e beijando minha nuca. Não dissemos uma palavra, ficamos naquela posição por um longo momento, momento que, involuntariamente, eu não queria que passasse. Mas eu não podia aceitar ela de volta, não com tudo o que ela fez e com tudo que estava acontecendo. Até que ela rompeu o silencio e disse:
-Senti falta de você, falta do seu cheiro, não quero mais me separar de você...
-Acho melhor isso parar por aqui.

5 comentários:

  1. Olá, eu comecei a ler essa história essa semana e hoje parei aqui =D estou gostando muito, só nao entendi esse capítulo...

    Aguaradando ansiosamente pelo próximo.

    Beijoos

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  2. hehe
    Brigadaa Florr
    Esse capitulo significou a volta da Flavia que é Ex da Renata.. Tendeuu??
    rsrsrrs

    Bjus Flor

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  3. Sim, isso eu entendi, é que me confundiu porque no capítulo anterior a Fernanda aparece na casa da madrinha, mas vamos ao próximo =D

    (estou seguindo)

    Beijoos

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